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	<title>O Pobre</title>
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	<description>Eu sou pobre, pobre, pobre. De marré, marré, deci.</description>
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		<title>A crise do pobre</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 19:32:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio T Corrêa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos, ou quase, continuam dizendo que não teve, e não tem, crise. Já até cheguei a ler a requentada brincadeira de tirar o “s” da crise. Eu não sei. Esse pessoal não vai ao supermercado?! Até as notícias dizem que o preço disso subiu, daquilo subiu, e do outro também. Claro, sempre tem algum produto [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opobre.wordpress.com&amp;blog=8882574&amp;post=14&amp;subd=opobre&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="justify">Todos, ou quase, continuam dizendo que não teve, e não tem, crise. Já até cheguei a ler a requentada brincadeira de tirar o “s” da crise. Eu não sei. Esse pessoal não vai ao supermercado?!</p>
<p class="western" align="justify">Até as notícias dizem que o preço disso subiu, daquilo subiu, e do outro também. Claro, sempre tem algum produto que o preço desceu. Principalmente daqueles que estão perto do vencimento da validade. Mas aí não é uma questão de crise e sim, de giro de mercadoria. Como não tem crise?</p>
<p class="western" align="justify">Mas não quero discutir esses detalhes.</p>
<p align="justify">
<div align="justify"><span id="more-14"></span></div>
<p align="justify">
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify">Outro dia, o sujeito — aquele que parece, pela voz, que é sempre o mesmo, em qualquer supermercado — anunciava um computador com 4 GB de memória, HD de 320 MB e monitor LCD de 18,5” , por R$1300,00 e levava uma multifuncional.</p>
<p class="western" align="justify">Na época do meu primeiro computador — esse, a gente nunca esquece —, mesmo considerando todas as evoluções, seria um baita equipamento.</p>
<p class="western" align="justify">Parece que ninguém comprou, pois no dia seguinte o mesmo cara anunciava o mesmo computador por R$999,00 — pobre não perde a mania de comprar por R$1,99 — , mas agora, sem a multifuncional.</p>
<p class="western" align="justify">Quando você chega pra ver o produto, já surgem, do teto, pela direita e pela esquerda, três mocinhas perguntando se você não quer fazer o cartão, do próprio mercado. “Não, não! Só estou olhando.”</p>
<p class="western" align="justify">Ah! Mas elas não desistem e começam a desfilar 1000 facilidades. Chega uma hora que você não aguenta mais. “Não quero! Deu pra entender??!!”</p>
<p class="western" align="justify">Ninguém chegou pra ver o equipamento. Nem mesmo pra ver! Pra dar uma olhadinha! Afinal o preço é um pouco mais que dois salários mínimos. Isso dividido em 250 vezes, dá uma mixaria, que qualquer pobre pode comprar.</p>
<p class="western" align="justify">Deixa eu acertar um pequeno detalhe, já que fui questionado. Quem é pobre? Bem, se você melhorou um pouco de vida, mas chega no final do mês sem um tostão pra comprar, em muitas vezes, um pãozinho, você é pobre. Se você espera o final do ano pra negociar a escola ou a faculdade da(o) filha(o), porque usou a mensalidade pra comprar o pãozinho, você também é pobre. Se sua geladeira balança; se a máquina de lavar-roupa treina, o ano inteiro, para o carnaval; o empadão, no forno, assa mais atrás do que na frente e o seu carro, de vez em quando — mais em “quando” que em “vez” —, dá um probleminha, lamento dar-lhe a notícia. Você é pobre!</p>
<p class="western" align="justify">Isso esclarecido, voltemos à crise.</p>
<p class="western" align="justify">Bom, se o pobre não pode comprar o computador, é porque ele já comprou um pra família ou não tem dinheiro pra comprar ou então, não é pobre e vai comprar um muito melhor. Isso é crise!</p>
<p class="western" align="justify">Alegria de pobre é passear no supermercado, ouvir as promoções dos sonhos de consumo e pensar que um dia, quem sabe, poderá comprar. A tristeza é quando vê que o queijo comprado no mês passado, dobrou o preço. Isso é crise!</p>
<p class="western" align="justify">A TV LCD que baixou de 3 mil, pra mil e quinhentos reais, na promoção, não indica que melhorou. O supermercado é que não consegue vender. Mas o apresuntado não baixou. Na verdade, subiu. E os 250 gramas que você comprava pro lanche e pra lasanha de domingo, vai ter que se contentar com 150g. Isso é crise!</p>
<p class="western" align="justify">A esperança de novos tempos, éticos e sérios, depositados nas urnas há 9 anos, em 2002, foi pro brejo. Isso é crise!</p>
<p class="western" align="justify">Bem, se você também diz que não tem crise, parabéns! Veio só se divertir né??!!!!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/opobre.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/opobre.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/opobre.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/opobre.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/opobre.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/opobre.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/opobre.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/opobre.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/opobre.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/opobre.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/opobre.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/opobre.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/opobre.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/opobre.wordpress.com/14/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opobre.wordpress.com&amp;blog=8882574&amp;post=14&amp;subd=opobre&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Pobre que &#233; pobre &#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 20:29:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio T Corrêa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônica]]></category>

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		<description><![CDATA[Rapaz, o negócio é sempre complicado pro pobre. Vejam só que José Antonio chegou ao final do mês sem um tostão no bolso. Sem um mísero tostão! Nem pro pãozinho francês ele tinha! Ah! Mas sabe como é que é. Pobre que é pobre não se aperta. Xinga, chuta e grita, mas acaba achando uma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opobre.wordpress.com&amp;blog=8882574&amp;post=12&amp;subd=opobre&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="justify">Rapaz, o negócio é sempre complicado pro pobre.</p>
<p class="western" align="justify">Vejam só que José Antonio chegou ao final do mês sem um tostão no bolso. Sem um mísero tostão! Nem pro pãozinho francês ele tinha!</p>
<p class="western" align="justify">Ah! Mas sabe como é que é. Pobre que é pobre não se aperta. Xinga, chuta e grita, mas acaba achando uma solução. E Zé Antonio lembrou de uma receita de pão.</p>
<p class="western" align="justify">Se ele sabia fazer? Claro que não! E isso não era problema pro Zé. Moço tarimbado na escola da vida, podia perfeitamente dar um jeito pra fazer um “simples” pãozinho.</p>
<p> <span id="more-12"></span>
<p class="western" align="justify"></p>
<p class="western" align="justify">E dá-lhe de procurar a bendita receita. Tira caixa de cima do armário, abre saco de lixo com cartas e fotos antigas, olha embaixo do sofá e … nada. Nada de receita!</p>
<p>— Será que o Pedro tem alguma receita de pão?</p>
<p>— Pedro! Ô Pedrão! Chega aí.</p>
<p class="western" align="justify">— Fala Zé.</p>
<p class="western" align="justify">— Você tem alguma receita de pão.</p>
<p class="western" align="justify">— Que pão? Francês? Italiano? De ló? Doce? Recheado …</p>
<p class="western" align="justify">— Não enrola Pedro. Pão comum, desses de padaria.</p>
<p class="western" align="justify">— Ihhh! Vai ser difícil. Tem que ter forno …</p>
<p class="western" align="justify">— Tem ou não tem a receita?</p>
<p class="western" align="justify">— Mãe! Tem alguma receita de pão? – Lembrei! Têm sim. Fizemos no mês passado. Não é lá essas coisas, mas dá pra encher o bucho.</p>
<p class="western" align="justify">— Me arruma ela que eu quero fazer um pãozinho lá em casa.</p>
<p class="western" align="justify">— Vou fazer melhor! Vou contigo pra te ajudar e, enquanto isso, tomamos uma cerveja e colocamos a conversa em dia.</p>
<p class="western" align="justify">— Tudo bem. Você deu a ideia, você leva a cerveja.</p>
<p class="western" align="justify">Pobre é uma maravilha! Bate papo de pobre é ótimo. Não tem frescura. Sandália de dedo, bermuda, um banquinho e o papo rola solto. O pão que é bom, ainda não tinham começado a fazer. Ainda mais que o Pedro levou uns pasteizinhos que D. Jurema — mãe do Pedro — tinha acabado de fritar.</p>
<p class="western" align="justify">— Zé, e o pão? Não vamos fazer?</p>
<p class="western" align="justify">— Claro que vamos. Espera que estão tocando a campainha.</p>
<p class="western" align="justify">— Danilo! Há quanto tempo! O que está fazendo por aqui?</p>
<p class="western" align="justify">— Vim te visitar. Saudade, já viu. Sabe como é.</p>
<p class="western" align="justify">— Você não sabe quem está aí? O Pedrão!</p>
<p class="western" align="justify">— O Pedro, filho da D. Jurema?</p>
<p class="western" align="justify">— Danilo! Meu garoto! Como é que você está? — Foi falando o Pedrão, enquanto vinha da cozinha.</p>
<p class="western" align="justify">— Deixa eu ir no carro pegar umas coisas. Já volto!</p>
<p class="western" align="justify">— Danilo, estamos te esperando na cozinha. Vamos fazer um pão.</p>
<p class="western" align="justify">Não demorou e chegou o Danilo com dois embrulhos e uma sacola de compras.</p>
<p class="western" align="justify">Abriu a sacola e começou a tirar coisa lá de dentro. Salaminho, biscoitinhos, uma dúzia de latinhas de cerveja e a Branca da Serra, uma aguardente do tipo “export”, que a família do Danilo fabricava.</p>
<p class="western" align="justify">E dá-lhe de rolar o papo. Política, mulher, futebol, mulher, vida, mulher. Ah, mulheres! Todos os três beirando aos 30 anos e solteiros. O papo sobre a Selma, Tania, Francisca, Roberta e tantas, que vinham desde o tempo de garotos de 12 anos, não faltava. Resolveram rever as meninas.</p>
<p class="western" align="justify">Ligaram pra alguns amigos, vasculharam os caderninhos de telefones e ligaram. Duas horas depois, na casa do Zé Antonio, já estavam a Dulcineia, a Selma e o marido, a Jandira, o Val e a esposa. Todos na cozinha, relembrando os tempos antigos. Até o Beto chegou com um violão e um pandeiro.</p>
<p class="western" align="justify">E o pão? Ficou pro dia seguinte!</p>
<p class="western" align="justify">Pobre que é pobre sabe que o dia seguinte vai sempre estar lá. E os amigos também.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/opobre.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/opobre.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/opobre.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/opobre.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/opobre.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/opobre.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/opobre.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/opobre.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/opobre.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/opobre.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/opobre.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/opobre.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/opobre.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/opobre.wordpress.com/12/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opobre.wordpress.com&amp;blog=8882574&amp;post=12&amp;subd=opobre&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Sou pobre mas quero aprender!</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 17:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio T Corrêa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Fiquei intrigado com essa história de &#34;marré&#34; e &#34;marré deci&#34;, da música do pobre. Ta certo que é um tipo de cultura inútil, mas a história até que é interessante. Acompanhem. Fonte: Revista de História da Biblioteca Nacional Um mistério acerca de uma canção infantil: afinal, o que significa ser &#34;pobre de marré deci&#34;? Já [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opobre.wordpress.com&amp;blog=8882574&amp;post=3&amp;subd=opobre&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Fiquei intrigado com essa história de &quot;marré&quot; e &quot;marré deci&quot;, da música do pobre.</p>
<p align="justify">Ta certo que é um tipo de cultura inútil, mas a história até que é interessante. Acompanhem.</p>
<p> <span id="more-3"></span>
<p><font size="1">Fonte: </font><a href="http://www.revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&amp;id=2168" target="_blank"><font size="1">Revista de História da Biblioteca Nacional</font></a></p>
<p align="justify"><span style="color:#888888;"><font size="2"><em>Um mistério acerca de uma canção infantil: afinal, o que significa ser &quot;pobre de marré deci&quot;? Já pesquisada por Villa-Lobos e Cecília Meireles, a canção tem suas origens reveladas.</em></font></span></p>
<p align="justify"><span style="color:#888888;"><font size="2"><em>Avelino Medina</em></font></span></p>
<p align="justify">“Eu sou pobre, pobre, pobre / de marré, marré, marré / eu sou pobre, pobre, pobre / de marré deci”. Além de divertir as crianças, esta canção infantil também já inspirou pesquisas de grandes nomes da música brasileira, como Cecília Meireles e Heitor Villa-Lobos. Existem muitas versões deste jogo cantado no Brasil e em Portugal, mas poucas são esclarecedoras: afinal, o que de fato significa “de marré, marré, marré” e “de marré deci”?</p>
<p align="justify">A brincadeira chama-se “Jogo de Rico e Pobre” e procede da Europa Nórdica. Nele, originalmente, duas linhas de meninas são postas frente a frente. As que estão na dianteira representam a “mãe pobre” e a &quot;mãe rica”. Esta canta e movimenta-se para frente e para trás. Após, alterna a função com a primeira. Ao fim, trocam de posição e o jogo recomeça.</p>
<p align="justify"><em><font color="#808080">(Avelino Medina é médico e ficcionista, autor, entre outros, de A Dama da Rua do Comércio(2005), Ed. Litteris. Confira aqui o </font><a href="http://www.revistadehistoria.com.br/v2/docs/file/integral.doc"><font color="#808080">artigo na íntegra</font></a><font color="#808080">)</font></em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/opobre.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/opobre.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/opobre.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/opobre.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/opobre.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/opobre.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/opobre.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/opobre.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/opobre.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/opobre.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/opobre.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/opobre.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/opobre.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/opobre.wordpress.com/3/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=opobre.wordpress.com&amp;blog=8882574&amp;post=3&amp;subd=opobre&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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